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outubro 13th, 2008 Posted by Maíra Wick | Uncategorized | no comments

Pompéia

setembro 29th, 2008 Posted by Maíra Wick | fotografia | no comments

Arco do Triunfo, Paris

setembro 13th, 2008 Posted by Maíra Wick | fotografia | no comments

Coliseu

Dedicado ao Mauro

Dedicado ao Mauro

agosto 23rd, 2008 Posted by Maíra Wick | fotografia | no comments

frase do dia

Depois de saber que o juiz De Sanctis havia se afastado do caso Dantas, li essa pérola na FSP de hoje:

Lei seca
“Não sei por que tanta celeuma sobre a lei seca. É só fazer o Daniel Dantas ser pego dirigindo bêbado que a lei será declarada inconstitucional em menos de 24 horas.”

julho 19th, 2008 Posted by Diogo S. | Uncategorized | no comments

MUSE no Brasil

Entonces….

A banda Inglesa MUSE estará no Brasil no final de julho, e espera-se bons shows desta primeira tour na américa latina. Hoje inicia sua viagem pelo México, e faz 3 shows no Brasil (Sampa, Rio de Janeiro e Brasília). Sendo que em Brasília fechará o Festival Porão do Rock, que contará com também com o Suicidal Tendencis como atração de fechamento da primeira noite. Além das queridinhas deste blogueiro aqui: Autoramas, Matanza e Mundo Livre S/A, entre outras que são musers desde criancinha como a Pitty (buá buá).

Muse é um power trio que fez de tudo, passando por “cover” do Radiohead (primeira fase), mas se destacou desta pecha e mandou ver nas guitarreiras e efeitos em todos os seus discos. Imperdível, uma das melhores de sua geração. Plug’n Baby é fodástica, mas tem outras por aí…

Eu vou, mesmo que tenha que ficar sentado ao lado do palco. Que gesso de merda.

Só espero não encontrar a Pitty chorando lá…. buá buáaaaa

http://www.muse.mu

julho 18th, 2008 Posted by Diogo S. | Cultura, musica | no comments

Pedreira - Sorocaba

maio 27th, 2008 Posted by Maíra Wick | fotografia | no comments

Imagens e Conjecturas

  Por Mauro Moreira.
  Após a 2ª grande guerra as duas potências emergentes do conflito, EUA e União Soviética, tiraram várias lições táticas e estratégicas, sobretudo no embate na Europa.
  Uma dessas questões dizia respeito às análises das vulnerabilidades logísticas do front europeu. Os analistas entenderam que as linhas de transportes na Europa, na sua ampla maioria formada por ferrovias, embora economicamente mais viáveis, se mostraram extremamente vulneráveis às ações militares em comparação às rodovias. Uma rodovia bombardeada podia ser posta novamente em funcionamento em algumas horas com um simples desvio de terra nos locais afetados, enquanto uma ferrovia podia levar semanas.
  Com base nessa percepção os EUA paulatinamente abandonaram o seu transporte ferroviário durante a guerra fria e investiram numa ampla malha de transporte rodoviário. Já a União Soviética e os países do pacto de Varsóvia foram mais além, sequer investiram em rodovias, porque a falta de acesso retardaria o avanço da logística inimiga em seu território.
  A solução soviética para a falta de uma ampla malha pavimentada agravada por um clima adverso foi equacionada em muitos casos através de veículos “fora de estrada”. Um dos símbolos dessa cultura viária foram os caminhões da fábrica tcheca Tatra.
  Presente em 4 continentes (menos nas Américas) o caminhão Tatra é considerado por muitos até hoje como o melhor caminhão “fora de estrada” do mundo, muito graças ao seu revolucionário conjunto chassis-suspensão-transmissão que sumariamente eliminou os problemas de torção nas longarinas sofridos pelos caminhões nos terrenos mais irregulares.
  O Brasil teve grande influência da doutrina e do pensamento militar americano, uma vez que nossas Forças foram treinadas e equipadas pelos americanos, e lutaram sob a liderança deles na 2ªgrande guerra.
  Terminado o conflito, essa influência perdurou durante a guerra fria e foi marcante no desenvolvimento da malha viária brasileira após o golpe militar de 1964. Durante os 20 anos do período militar houve um grande incremento de rodovias no país e um contínuo abandono da malha ferroviária.
  Porém com a saída dos militares do poder em 1984, houve paralelamente a isso, uma profunda crise de liquidez externa sobre o Brasil, e o país viu seus recursos sendo drenados para solucionar questões eminentemente financeiras. Da mesma forma, o olhar estratégico dos governos militares sobre a economia foi sendo substituido por um olhar financista de curto prazo.
  O resultado dessa mudança se refletiu no sucateamento da infraestrutura do país nos últimos 20 anos, incluindo aí a malha viária.
  Com o atual governo (Lula) o país viu finalmente seus problemas financeiros sendo equacionados e o pensamento estratégico sobre a economia sendo retomado com o lançamento do PAC - Plano de Aceleração do Crescimento, um amplo conjunto de obras de infraestrutura e ações de governo que visa dar sustentabilidade a um crescimento mais acentuado do Brasil e competitividade às exportações brasileiras eliminando os chamados “gargalos” de infraestrutura, entre eles, os da malha viária brasileira.
  Porém, o chamado “gap”(do inglês - lacuna - termo comumente usado nos noticiários de economia) entre o início e o fim do PAC pode ser grande, e significar uma perda de oportunidades nos mercados internacionais, sobretudo, na agroindustria e na produção de biocombustíveis.
  O Brasil tem hoje, independente das áreas de floresta, pantanal e mananciais de cerrado, cerca de 90 milhões de hectares em terras agricultáveis espalhadas pelo país. São fazendas pontilhadas por todo território nacional cuja a produtividade se encontra aquém dos seus potenciais, muito em função da dificuldade de escoamento de uma grande produção, devido a precariedade ou ausência de uma malha viária eficiente.
  Nesse caso, a “solução soviética” poderia ser uma saida “tampão” para que o Brasil não perdesse o bonde da história, caso o Brasil tivesse uma grande frota de caminhões “fora de estrada”como os Tatra.
  Outro ganho igualmente interessante que uma plataforma como o Tatra daria ao Brasil seria no combate a incêndios florestais ou áreas rurais, onde o acesso por terra hoje se torna inviável em decorrência da incapacidade dos meios disponíveis.
  E por fim, uma fabricação nacional de um meio como os Tatra, daria ao Exército Brasileiro uma opção de adquirir aqui no Brasil um caminhão mais capaz, uma vez que recentemente optou por caminhões VW 4×4 que pouco empolgam nessa area.
  A linha Tatra é formada por caminhões 6×6, 8×8, 10×10 e 12×12, com os modelos 10×10 e 12×12 tendo eixos direcionais na frente e atrás. Pelo menos até o modelo 10×10 os Tatra ainda tem tamanho e peso compatíveis para serem transportados por via aérea pelos aviões Hercules C-130 da Força Aérea Brasileira, o que ampliaria a capacidade de atuação desse meio nas FFAA - Forças Armadas Brasileiras.
  Mas, como uma imagem fala mais que mil palavras, cesso aqui minhas conjecturas e deixo com vocês algumas cenas contundentes.

 

maio 7th, 2008 Posted by Mauro Moreira | Economia, Política, Tecnologia, governo, meio ambiente, militar | no comments

10 anos sem COZY POWELL

Por Mauro Moreira.

Em 05 de abril de 1998 morria num trágico acidente de automóvel um dos maiores bateristas do mundo em todos os tempos.
Para alguns, o maior baterista de hard rock dos anos 70, Cozy Powell foi também um precursor do modo “metal” de tocar bateria, sendo um dos primeiros a usar dois bumbos de forma contínua na construção das “levada”.
Sempre muito solicitado em shows e gravações, deixou marcado para sempre na mente dos fãs a intangível sonoridade que extraía do instrumento tocando em bandas antológicas como: Rainbow, Whitesnake, Black Sabbath e ELP, entre outras.
E, com todo o respeito às disposições em contrário, na opinião deste velho batera que vos escreve, é também dele, Cozy Powell, o mais fantástico solo de bateria da história do rock.
Era 1977, Berlin, em plena guerra fria, quando o público vidrado assistia ao início do solo de bateria de Cozy Powell tocando pelo Rainbow, quando de repente, nada mais nada menos do que o grand finale do concerto “1812″ de Tchaikovsky surgiu aos poucos nas torres de som do show e se fundiu ao solo de Cozy.
Para o público berlinense, que a 16 anos convivia com “o muro”, aquela musica, que contava a história de um povo que contra todas as adversidades vencia finalmente o tirano invasor, soou como os sinos da esperança de um dia ver a cidade novamente unificada.
Naquele momento, diferentemente do que podia se esperar de um solo de bateria, Cozy não “concorreu”, não “disputou”, contra Tchaikovsky, ao invés disso, com reverência ao grande mestre e uma notável consciência e domínio sobre seu instrumento, Cozy fez o solo “conduzindo” a música, explorando cadência e contrapontos, Assumindo assim seu merecido lugar no panteão dos deuses do rock.

Com vocês, o lendário Cozy Powell !

Cozy Powell - 1812

abril 19th, 2008 Posted by Mauro Moreira | Cultura, musica | no comments

De CQC à ADNET. E com mesmo fonema.

Há algumas semanas quero escrever sobre dois programas. Como me falta tempo, acabo não fazendo nada. Então antes que eles fiquem famosos demais (ou acabem) vamos olhar esses dois exemplos de (bom) entretenimento inteligente.

Mais famoso, o CQC (Custe o Que Custar) Estreou na rede Bandeirantes há um mês. Comandado pelo veterano Marcelo Taz, o programa traz uma equipe de repórteres, todos homens, com o objetivo de deixar de saia justa, celebridades, políticos e afins. E antes que alguém pense -Ah! Mas o Vesgo e o Silvio já fazem isso!- saibam que os mesmos, também se inspiraram no próprioMarcelo que nos anos 80 com seu personagem Ernesto Varella, fazia o mesmo, por exemplo, perguntando ao hoje deputado Paulo Maluf : “O Sr. é ladrão?”. Vale a curiosidade de que Varella era acompanhado por um câmera chamado Fernando Meirelles (OH! Deus!).

Marcelo Taz divide a apresentação com mais duas novas revelações do humor: Marco Luque paulista, do, (fetiche das noites paulistanas) Terça Insana. confesso ainda o achar meio perdido,tentando se encontrar nos comentários nem sempre engraçados , e Rafinha Bastos, gaúcho, que se apresentava nos teatros nos chamado stand up, ou seja sem personagens, apenas contando histórias e ótimas gags. Além de apresentador, Rafinha grava matérias externas, denunciando problemas públicos(aliás uma das melhores partes do programa).

Além desse trio temos: Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho. O primeiro seria a melhor versão de Vesgo, procurando, celebridades e pseudo-celebridades, testando seus QIs num teste de perguntas e se passando por um reporter que mais fala dele do que do entrevistado. Felipe a Oscar aparecem pouco, mas provocam e são indigestos tanto quanto os outros, gerando por exemplo uma “revistada” de Hector Babenco em Oscar, quando este, se sentiu ofendido pelas perguntas. Já Danilo é um deleite. Seu “repórter inexperiente” é o máximo. Como se fosse um novato ele deixa entrevistados como Marcia Goldshmith e Gretchen, totalmente sem graça. Realmente hilário.

O Programa não é original. Tas adquiriu os direitos da versão nacional pelos seus donos argentinos que há mais de 10 anos pertubam os “Hermanos Famosos”.

O CQC tem ido bem e confesso ter assistidos a todos. Um ou outro quadro não é tão bom, ou não fica tão bom em tal dia, mas isso tudo é questão de adaptação.

Aliás o TOP FIVE, em que eles mostram coisas absurdas e bizarras da tv já vale o ingresso. Ou melhor, as horas perdidas na frente da sua tv.

Não tão conhecido e bem mais artesanal é o 15 minutos. Estreando na nova programação da MTV, o programa, apresentado pelo ator Marcelo Adnet é sem dúvida o melhor programa da MTV Brasil.

Apresentado em seu quarto Adnet, fala de tudo que lhe dá na telha. De Venezuela à Orkut, De gírias à celebridades, tudo é motivo para como dizem aqui em Salvador “esculhambação”. Ele tem a companhiade seu amigo Quiabo, um sujeito que é a síntese do jovem atual. Sabe de tud, menos do mundo ao seu redor.

Hoje por exemplo a tiração de sarro foi da rivalidade de paulistas e cariocas com suas gírias e estilos. Usando uma gíria baiana - Foi Massa!

E é claro, as imitações. Adnet, é um dos melhores imitadores que já vi. Desde os clássicos Silvio Santos, até Dinho Ouro Preto e Marcos Mion.

É uma pena que MTV não é de acesso de todos e que o programa seja tão curto, mas quem puder não perca.

No fim das contas , os dois são programas pra rir e pensar. O que em tempos de Big Brother, Zorra Total, e afins é muita coisa. Muita mesmo.

abril 9th, 2008 Posted by mutantesonoro | Cultura | no comments