Há uma semana atrás, fui ao teatro.
Apesar de estar em Salvador há quase dez meses ainda não tinha tido tempo ($$), para ir, e ná verdade ainda não o tinha. Graças a cortesia de um grande amigo, ganhamos o convite e fui.
Na verdade iríamos no sábado assistir a peça “Todo Mundo têm Problemas Sexuais, mas já não estava em cartaz. Como eu e minha namorada (que é baiana, mas ainda não tinha visto), tínhamos muita curiosidade mediante todos os comentários, sugerimos assistir “A Bofetada”, da Cia baiana de Patifaria.
Nos dirigmos aos local e 40 minutos antes, o local estava lotado, sem ingressos e sem lugar para estacionar. Compramos então para o domingo, curtimos um bar na Barra e domingo estavámos lá, cedo, mas já cmo poucos lugares para estacionar.
A peça é uma homenagem ao teatro besteirol. Sem uma história,mas um conjunto de esquetes, os quatro atores: Lelo Filho, Jarbas Oliver, Bubba de Campos e Nilson Rocha representam mulheres. Aliás, hilárias mulheres.
Jarbas Oliver e Lelo Filho
A peça que comemora 20 anos (junto à idade da cia) é basicamente a mesa, porém a não ser Lelo Filho (diretor e fundador da cia) os demais são jovens e excelentes atores.
Na primeira parte, uma crítica com sua assistente, que ficam antes de começar a peça recebendo e provocando o público, seja por um rapaz com uma camiseta parecendo um abadá, ou com uma moça com uma blusa de oncinha, têm de aprovar uma atriz que quer representar 60 personagens da tragédia graga para ganhar o Moliére. Após essa loucura, um narrador Avisa que teremos 4 esquetes de personagens diferentes. Esse é melhor não falar para não estragar a surpresa. Por último, duas professoras, após um longo bate papo convocam a platéia a aprender dois verbetes.
O que eu descrevi parece estranho? Não, não é. É hilário, absolutamente e absurdamente hilário.
Em duas horas, saí com o maxilar doendo pois a espontâniedade e a criativadade me deixou feliz. Feliz por saber queo teatro baiano é tão rico, e que mesmo com toda a dificuldade se consegue trazer maravilhas como esse espetáculo.
Fica o endereço do site, pra saber um pouco da história e das curiosidades desse grupo genial.
A propósito, essa foi a última semana em Salvador, agora eles entram em excursão pelo Brasil, ou seja, quando passarem perto de você, não resista, seja masoquisa, pois uma bofetada dessa é irresistível.
março 23rd, 2008
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Rápida nota:
Amigos, desculpem, mas as sessões D MÚVI, HQ na HTTP e Feixe Sonoro, estarão suspensas por um empinho, pelo menos no que se diz em ser semanal. Na pressa e nos investimentos do dia a dia ,profissionais e pessoais, não me encontro com tanto tempo para postar três colunas semanais. Porém continuarei aqui, ás vezes com uma ás vezes com outra.
Mas não vou sumir. Isso não. Tô sempre aqui, sempre lá, sempre em todo o lugar.
Abraços , já me enterrando nos estudos para a evolução, Baby!
março 17th, 2008
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Uma das melhores bandas de rock da atualidade, infelismente ela ficou mais conhecida no país no Rock in Rio III (2001), quando o baixista resolveu tocar peladão.
Loucuras naturistas à parte, o fato é que Queens of the Stone Age, é Rock ´N Roll de primeira qualidade e esse é um dos melhores clips da banda, usando uma tecnologia muito bacana de animação, o clip de “Go With the Flow”, sempre me chamou a atenção, fora que o som é… Yeah!!
março 14th, 2008
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Gosto de postar sobre filmes às segundas, mas honestamente, estava sem inspiração. Na verdade pela falta de tempo, posto no domingo programando para a segunda, enfim. Sem sono e sem inspiração fui dar uma zapeada na TV e na Band, em uma sessão de filmes legendados tarde da noite, vi um achado. “Sem Fôlego” dos diretores Waine Wang e Paul Auster.
O filme na verdade é uma colcha de retalhos feita de outro filme dos próprios diretores na mesma época! Explico, o filme era Cortina de Fumaça (o qual não vi e nem é sobre o que falaremos hj), mas o fato é que com orçamento pequeno, quase todo o mesmo elenco e uma semana de filmagens (e isso não é boato!), foi-se criado um filme simples, que não é pra você ver com a namorada , com um grupo de amigos ou nada, mas sozinho. Uma diversão pequena e bacana.
Na porta de sua tabacaria no Brooklin, Auggie Wren (Harvey Keitel) marca um encontro com sua namorada Violetta (Mel Gorham), mas sua paz dura pouco, pois um garoto rouba a bolsa de uma jovem mulher. Rapidamente Auggie vai atrás do pequeno ladrão e o pega, mas quando pensa em chamar a polícia a dona da bolsa olha para a criança com ar de clemência e diz que não vai prestar queixa, pois ele não fará isto de novo. Assim Auggie devolve a bolsa para o garoto, que agora foge sem ser detido e uma confusão é criada, pois a dona da bolsa diz que Auggie encorajou o furto. Isto é o ponto de partida para depoimentos que retratam o “estilo Brooklin”. Além disto Auggie arrumou uma desculpa pouco convivente para desmarcar o encontro e Violetta quer se vingar, pois tem certeza que ele a está traindo.
Como já falei, veja sozinho e divirta-se. Dica: A participação de Lou Reed e de Madonna é impagável.
março 12th, 2008
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Confesso nunca ter sido fã dos quadrinhos da Disney. È óbvio que pra quem cresceu lendo Turma da Mônica (isso antes de me envolver com quadrinhos juvenis), ficava difícil curtir o humor americano, mas havia algumas coisas que me chamavam a atenção. Os super-heróis(quase todos da Dysney tinha uma identidade), o Pateta, o Zé Carioca (por razões óbvias) e o Peninha.
Criado na década de 1960 Peninha ganhou a simpatia dos leitores, principalmente dos brasileiros e italiano (público alvo deste e de outros personagens.

Concebido pelo roteirista Dick Kinney e pelo desenhista Al Hubard , Peninha, inicialmente, uma espécie de hippie, possuía cabelo longo, e depois reformulado, passou junto com seu primo Donald a trabalharcomo repórter no jornal de Tio Patinhas , A patada .
Na década de 1970, até artistas brasileiros desenvolveram outras facetas de Peninha. como o herói Morcego Vermelho (super-herói que satiriza Batman e Superman )o caubói Pena Kid, e os históricos Pena das Selvas , Pena Submarino e pré-histórico Pena das Cavernas . .
A namorada de Peninha, a pata hippie Glória , e o sobrinho travesso Biquinho também foram,também fruto da imaginação de brasileiros.
As confusões do Peninha, atualmente, são elaboradas na Itália – onde, além de bagunçar a vida de Donald, tornou-se ajudante do Capitão Mobidique – e na Dinamarca em histórias no estilo da série Arquivo X , nas quais enfrenta monstros, ao lado do primo.
Mas, qualquer que seja o papel desempenhado, Peninha, louco e divertido sempre garante boas risadas.
março 12th, 2008
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Sei, sei. Vocês naõ aguentam mais falar de Carnaval não é? Mas oras, agora que veio a parte boa , acham que não vou relatar?
Bem, terça feira de carnaval, meu último dia de folia. Até porque na quarta ainda há coisas para os loucos ou fanátocos pelo evento, mas para esse humilde observador, e trabalhador, a quarta feira foi o dia de parar e se recompor para começarmos o ano na quinta.
E lá fui eu então, dessa vez para curtir o carnaval do Pelourinho. E devo dizer que ali tive minha redenção. Pra chegar até lá dei uma olhada no circuito do Campo Grande. A única famosa que vi foi Cláudia Leita ainda no Babado Novo, e independente do som o que mas me chamou a atenção foi a beleza da moça. Realmente de cair o queixo.
Passando pelo circuito da praça da Sé (que já havia ido antes), orquestras novamente tocavam em um palco em frente à prefeitura e os trios menores vinham com bandas mais culturais e de raiz. Me chamando a atenção do bloco Ilê Ayê. Apenas negros e negras (lindas por sinal), vestidos com roupas africanas em um ritmo cativante.
Mais cativante ainda é no próprio Pelourinho. Os blocos andam no chão, bandas de rua, tocando e chamando todos para brincar. Mulheres, crianças, idosos, enfim, se há um lugar pra se curtir sossegrado o Carnaval, esse lugar se chama Pelourinho.

Bandas temáticas com pessoas fantasiadas dançando coreografias afro ou de outros ritmos. Bloco de baianas feitas todas com plásticos reciclado(O Bloco da reciclagem), mostrando uma criatividade genial. O Grupo Samba de São Gonçalo, formado na maioria por idosos, dançando frenéticamente um samba de roda, não deixando ninguém parado. E mais bandas e bandas. E os palcos.
Em todos as praças do Pelourinho (da Cruz Caída, Tereza Batista, Quincas Berro D´Água e outras) há música. Começando da tarde até altas horas. Reggae, Pagode, Samba, Marchinha, Afro. Pra todos os gostos, e pra todos os curiosos.
Saí de lá e fui pra casa contente. Apesar de ver muitas coisas negativas, gostei de ter tido a sorte de quase não ver e muito menos participar de qualquer problemas, muito embora eles exitem. Espero que o Carnaval sempre continue com a mesma beleza e algria e criatividade. Mas espero que as pessoas não vejam Salvador só por isso. Há pessoas maravilhosas quer devem ser lembradas e valorizadas sempre.
Como disse bem antes. Não aconselho Salvador pra quem não gosta de Carnaval, mas aconselho para quem é curioso e gosta de saber sobre a cultura de um povo, principalmente em se tratando de um povo histórico. Os baianos.
março 10th, 2008
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“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sobre o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.” (Amyr Klink)
março 7th, 2008
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Maíra Wick |
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Aproveitando agora os 40 anos de tropicália eu aqui de solos soterpoitanos homenageio também Novos Baianos.
Essa, uma das melhores canções do grupo, faz parte do filme Novos Baianos Futebol Clube, documentário de 1973.
Paulinho Boca de Cantor, Pepeu Gomes, e cia ltda. Novos Baianos e o “Mistério do Planeta“!
março 7th, 2008
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Pensando em escrever sobre um vilão, resolvi não ser tão alternativo. partindo da premissa do “vilão que adoramos odiar” e dos quadrinhos que mais leio (X-Men), me veio à mente falar de um personagem que de acordo com sua história foi o primeiro mutante da humanidade no Universo Marvel. Antigamente pela própria editora, o primeiro mutante classificado era Namor, o príncipe submarino. Bom mas hoje falamos de Apocalipse.
De acordo com site Wikipedia, a mutante Selene seria a primeira por ser imortal, mas a própria Marvel já se enrolou com o argumento de mutantes imortais, os tais X-Eternos. Eu particularmente considero Apocalipse.
No Egito antigo, uma criança é encontrada por um grupo de nomâdes. Com uma pele acizentada, ela é criada con dureza para aprender que só os mais fortem sobrevivem.
Apocalipse nasceu cinco mil anos atrás no Egito.Totalmente feio e deformado, ele inspirava medo as pessoas. Abandonado para morrer no deserto, a criança foi encontrada por um bando de ladrões e seu líder, Ball, resolveu acolher o garoto e o chamou de En Sabah Nur (que significa “O Primeiro”).
O tempo passou e En Sabah Nur se tornou um invencível guerreiro . O faraó da época, Rama-Tut, mais tarde se tornando o vião Kang. Rama-Tut foi ao passado para tentar encontrar Apocalipse para dominá-lo antes dele se tornar o Mestre Supremo. En Sabah Nur deixa a tribo e é escravizado.Quando seus poderes se manifestaram pela primeira vez, derrata Rama-Tut que volta para o futuro. Desse dia em diante, ele se tornou Apocalipse, planejando a conquista do mundo, onde os mais fortes destroem os mais fracos.
I´m the King of the World!!
Sendo adorado como um Deus, ele cria para ajudá-lo em seu plano, um deles o Sr. Sinistro, até hoje ele acredita que os mutantes vão governar o mundo. Apocalipse já participou de várias sagas (ou como são chamados hoje, arcos de histórias), entre elas:
A criação dos quatro cavaleiros doApocalipse, entre eles, o Anjo dos X-men, quando esse foi torturado e teve suas asas arrancadas, aceitou a reimplantação de asas metálicas, tornando-se assim o cavaleiro Guerra
A infecção do filho de Ciclope e Madelyne Pryor com um vírus tecno-orgânico, criando assim o vilão Conflyto e o herói Cable.
A saga “Os Doze”, onde reuniiu os 12 mutantes mais poderosos com o intuito do domínio sobre a terrra.
E para mim, uma das mais interessantes. “A Era de Apocalipse”. Após uma mudança temporal acontecer no passado, alterando a relidade presente, Apocalipse, se torna o mestre supremo, escravizando e dizimando grande parte da humanidade emprol da soberania mutante. Essa saga se estendeu a todo o Universo Marvel, se tornando muito interessante, ver versões de heróis e mutantes em uma Terra acabada, tal qual Mad Max.
Atualmente,após quase todo o fim dos mutantes , na saga Dinastia M, Apocalipse, sugeriu uma aliança suspeita aos X-Men.
março 5th, 2008
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Sabe o que é melhor do que assistir a um bom filme? Assistir a um bom filme, quando nada se espera dele. Ser surpreendido por uma boa história, e isso o cinema europeu consegue de sobra. Lembrei-me de um grande filme (que inclusive levou a estatueta do Oscar de filme estrangeiro daquele ano).
Mediterrâneo (idem, 1992) do diretor Gabriele Salvatore, é um exemplo claro de um filme, que emociona sem ser piegas, diverte sem ser escrachado e entretem. E muito.
Oito soldados, são deixados em uma ilha grega, a princípio vazia, e em uma trapalhadado governo italiano, lá eles são esquecidos. Para alegria dos soldados (e nossa), a ilha não é tão desabitada e eles têm começam a se relacionar com as pessoas e com o lugar.
Com personagens caricatos como o sargento atrapalhado Nicola Lorusso (Diego Abatantuono), o tenente Raffaele Montini (Claudio Bigagli), que na ilha se inspira para pintar, e o soldado Antonio Farina (Giuseppe Cederna), que se apaixona perdidamente pela prostituta local Vassilissa (a belíssima italiana Vanna Barba), e luta pelo seu amor. O filme é uma daquelas obras que quando finalizada te deixa com um sorriso no rosto.

Independente do bom humor, do singelo retrato do dia a dia, da paisagem belíssima, Mediterrâneo mostra algo mais.
Mostra que independente do tempo as pessoas só querem paz e sossego. Piegas não é? E é mesmo!
Os soldados isolados em uma ilha com o tempo se esquecendo da loucura a que estavam metidos e com a chance de recomeçar em um lugar perfeito com pessoas boas e com a chance de uma boa vida em um lugar simples, não precisam de mais nada.
Ou seja, quando você estiver pensando naquele fim de semana em ir para a praia ou mesmo ficar em casa longe da loucura, assista Mediterrâneo. Além de boa diversão, terá um significado para uma vida simples. E boa.
março 3rd, 2008
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mutantesonoro |
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